sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Desafio

"Escolha o texto que esteja no blog de alguém da sala. Junto com seu grupo faça uma interpretação narrativa audiovisual para esse texto. Usa a criatividade."

Achei muito diferente esse trabalho e para àqueles que tiveram curiosidade em ver o resultado, aqui segue o link do texto (http://jutomazetti.blogspot.com/) e o vídeo que eu, Mônica Zafani, Paula Carvalho e Pietro Coelho fizemos. Aconselho ler o texto antes de ver o vídeo!!!

Divirta-se e se quiser, tente fazer algum dia. É muito interessante ver o resultado.





Fernanda S. B. Sales

domingo, 25 de outubro de 2009

Forever Young

A. era uma pessoa muito diferente de todas as pessoas que F. já conhecera na vida. Era uma garota colorida, boa gente mesmo. Chamava atenção com seu jeito de se vestir, mas escondia o seu mais profundo sentimento por entre seu estilo. Seu estilo de música era alternativo e um tanto quanto engraçado quando parava para checar os cds em seu quarto. F. e A. não tinham muita coisa em comum. Mas elas se conheceram na espera do metrô e por algum motivo que até hoje não se sabe, elas passaram a se encontrar muitas outras vezes.
No ano seguinte, F. começou a encontrar A. todos os dias. E esse foi um ano que F. nunca se esqueceu, e ela inclusive julga ter sido um dos melhores de sua vida.
V. era um garoto que F. nunca teve amizade antes. Ele era fechado em seu próprio mundo e não fazia questão alguma de fazer amizades. Isso dificultou as coisas quando F. conheceu V. pela primeira vez. Ela confessou uma vez que não foi com a cara dele logo de primeira. V. tem um estilo rockeiro incondicional que chamava atenção de F. V. e A. tinham isso em comum. V. demorou um certo tempo para entrar vida de F. mas foi F. descobrir que não tinha ninguém melhor para conversar sobre seu livro preferido do que V. que as coisas começaram a mudar. E isso foi motivo suficiente para eles não calarem a boca, principalmente nas horas que falar era a única coisa proibida do local.
B. foi o último a chegar porque ele veio de longe, de bem longe. Ele estava meio perdido, mas seu jeito engraçado e brincalhão fez parecer que ele tinha tudo sob controle. Pessoa com um dom divino para música que F. nunca tinha conhecido antes, B. passava para ela tranquilidade e conforto. F. quis conhecer B. sem saber direito o motivo. Ela foi conversar com ele e nisso acabou conhecendo D.
D. era uma pessoa super quieta. Tinha tudo para ser tradicional, mas quando F. o conheceu, surpreendeu-se com suas atitudes e pensamentos. D. conquistou F. muito, muito rápido mesmo. Ele já conhecia A. e V. e quando conheceu F. foi o começo de algo que marcaria muito todos eles.
F. não sabe dizer ao certo como, quando e por que as coisas aconteceram daquele exato jeito naquele exato ano. Nenhum deles saberia explicar. Mas aconteceram. Naquele ano, F. conheceu pessoas que nunca tinha tido antes. Eles se entregaram para valer e ninguém sabe ao certo dizer o porquê.
Tudo o que eles sabiam é que eles tinham um ao outro.
Eles se bastavam.

F.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O poder da curiosidade

A curiosidade tem um poder avassalador no ser humano. Ela transforma pessoas tranquilas, certas de si, indecisas, indiferentes, controladas em: neuróticas, paranóicas, inquietas, interesseiras e (essa é a parte que mais me intriga) muitas vezes extremamente decididas.

O não saber e a vontade de mudar essa realidade é capaz de tornar a pessoa em um detetive profissional. Que tenta juntar cada pista, cada sinal perdido. Que fica relembrando palavras ditas e frases sem sentidos. As ligações mais bizarras e sem explicações são feitas e ele acha que está no caminho certo. Nunca foi tão desejado ser mais ligado nas coisas ao seu redor.

Ou então a criatividade rola solta. Muitas imagens e situações são elaboradas e, acreditem, vai além do subconsciente e ele se perde em seus próprios pensamentos. O curioso, nesse caso, perde muitas vezes a noção do possível. A diferença do viável e do absurdo desaparece. É claro que a tal coisa misteriosa nunca é do jeito que ele espera ou imagina, e o resultado disso pode ser bem decepcionante.

Acho que o pior é quando o curioso fica determinado. Ixi, daí não há quem segure. Ele se torna surdo para as coisas que não lhe interessa ouvir, como alguém tentando convencê-lo de que ele não precisa saber agora o que é. E fica a pessoa mais insistente do planeta. Não esquece mesmo e o descanso é inacessível até que finalize sua meta. Coitada da pessoa que tem que aturá-lo.

Mas há sempre aquele que se transforma em jogador profissional. Esse sim é preciso cuidado e atenção. Ele parece que cria planos e mais planos e táticas para tentar tirar respostas das pessoas sem que elas percebam. Ele disfarça seu interesse e mede suas palavras e vai comendo pelas bordinhas. Faz o famoso ''jogo verde'' e acaba se tornando especialista no negócio. O problema é que nisso ele pode descobrir coisas além do que o desejado. Mas daí...quem mandou ser tão curioso?


Fernanda S. B. Sales

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Sem sentido algum

Eu, particularmente, acho péssimo quando estou com muita vontade de escrever e simplesmente não sei por onde começar ou, pior ainda, não sei nem ao menos sobre o que quero falar. Podia falar sobre muitas coisas. Inventar alguma história de uma garota que se perdeu na floresta, de um menino que colou na prova, de um senhor que comprou um relógio para a mulher ou do dia em que todos acordaram e os sons das coisas estavam todos trocados. Ou então podia apelar para o emocional, para a reflexão, ou para as piadas sem graças que conto quando não consigo permanecer em silêncio nos meus momentos de hiperatividade (que são raros). Podia criar contos com morais interessantes ou meio esquisitas. Ou quem sabe eu poderia até mesmo inventar qualquer moral que ligasse as atitudes dos seres humanos com as dos animais. De certa forma, traria algo para no mínimo entreter a mim mesma, mas é péssimo quando não consigo fazê-lo. Ai eu acabo por ficar um tanto quanto entediada e procurando por assuntos ou coisas que nem sequer eu sei quais são. Digamos que essa é uma tática que muitos fazem e nem sequer admitem, mas eu admito, eu faço e estou fazendo agora mesmo. Ahá.
Eu, particularmente, acho engraçado o fato de você ter continuado a ler esse texto que não é bem um texto, é mais uma junção de palavras que formaram frases meio sem sentido e sem muito feedback para a sua pessoa.
Aiai...
eu podia simplesmente aceitar o fato de que não tenho nada para falar, mesmo com tanta coisa para ser dita, e não escrever o que estou escrevendo. Ou então podia tentar pelo menos melhorar o rumo disso que ninguém chamará de texto, tampouco admitirão que chegaram até o fim dele. Só que agora estou sem criatividade e acho péssimo quando isso acontece.


Fernanda S. B. Sales

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Just do it

Para todos aqueles que hesitam, para todos aqueles que procuram desculpas para não fazer, para todos aqueles que querem um empurrão algumas horas, enfim, para todos nós, eu tenho algo a mostrar...




"Don`t think, just do"

As coisas nunca acontecerão exatamente do jeito que imaginamos, mas não significa que será melhor ou pior. Por isso, arrisque, faça e descubra. "O mundo é de quem faz".


Fernanda S. B. Sales

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Para a criança que há dentro de você

Acho que uma das coisas mais lindas que existem no mundo é a pureza da criança. A forma como ela se diverte com tão pouco, a sua sinceridade, o seu companheirismo. A criança é capaz de despertar sentimentos muito bons de dentro de nós, até mesmo quando estamos para desabar. A criança nos ajuda a levantar com uma simples gargalhada, com um carinho ou somente por sabermos que ela está por perto.
Todos têm sim uma criança dentro de si, mas poucos são capazes de libertá-la quando preciso e aproveitá-la. Me atrevo dizer que isso é uma crueldade. Pois somente quando deixamos esse nosso lado aflorar é que conseguimos ser puramente feliz.
Pode concordar comigo ou não, mas que a verdade seja dita: é impossível não sentir uma paz quando ouvimos a gargalhada da criança.

Aproveitando o tema, colocarei um vídeo com um texto que foi feito por um dos responsáveis por tornar a infância de TODOS mais feliz e mágica, além de sempre fazer-nos libertar a criança que existe em nós.

Enjoy it.

E Feliz dia das Crianças!




Fernanda S. B. Sales

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pura diversão

É tão engraçado conhecer pessoas novas. Se for parar para pensar, há sempre umas etapas que são seguidas nesse momento. Acompanhem comigo...

Etapa #1 - Enfrentando o desconhecido
- Simpatia ao extremo (para poder ter as portas abertas para conhecer essas pessoas);
- Uma variedade enorme de assuntos aleatórios são lançados (só não apele para o tempo, guarde esse assunto para o elevador);
- O silêncio é um pouco pertubardor;
- Quando alguém conta uma piada sem graça, ninguém tira sarro disso (eu particularmente adoro essa parte);
- Há o famoso pensamento ''Será que ela gostou de mim?'' (e seus variados);
- Telefones podem ser trocados ou não.
Etapa #2 - Se acostumando com a pessoa
- Os assuntos deixam de ser tão vagos e começam a ter mais sentido (alguns deles continuam);
- Começam as tais ''piadinhas internas'' - aquela situação que aconteceu quando vocês estavam juntos e vocês relembram em algum momento;
- O silêncio não é tão pertubardor, mas se der para ser evitado, ele será;
- Há ainda uma certa restrição nas coisas ditas (as pessoas ainda estão preparando o terreno);
- Se alguém conta uma piada sem graça, os outros riem mas fazem algum comentário para tirar um sarrinho;
- Há ligação apenas para pedir lição, ou pegar o telefone de outra pessoa.
Etapa #3 - Aproximação
- Assuntos pessoais começam a entrar em jogo;
- O silêncio sempre gera algum assunto inacabado;
- As personalidades já estão bem definidas;
- Começa a intimidade;
- Algumas saídas são sugeridas mas nenhuma delas se concretizam;
- Contam uma piada sem graça, a risada é da ridicularidade de piada e da pessoa por ter contato;
- As ligações continuam para pedir alguma coisa, mas continuam com um assunto diferente.

Etapa #4 - Amizade estabelecida
- Liberdade total;
- Apresentação para família;
- Os assuntos não param;
- O silêncio acontece poucas vezes, mas quando acontece não é um problema;
- As piadas não param de surgir, principalmente as zuações entre as pessoas;
- Quando não estão juntos, várias coisas lembram o outro;
- O contato é natural e, muitas vezes, preciso;
- As pessoas são exatamente quem são de verdade (o mau-humor de manhã deixa de ser escondido);
- As saídas acontecem com frequência e sempre são agradáveis e no mínimo engraçadas;
- E aquela primeira piada sem graça contada na etapa #1 é sempre lembrada pelos outros que a ouviram, para esses poderem finalmente zuar a pessoa que a contou (parte triste dessa etapa para mim);
- Os assuntos mais bizarros surgem (como ver quem é quem no filme da "Branca de Neve e os sete anões'' - o que é muito fácil, uma vez que todos já se conhecem super bem para poder ligar as personalidades);
- As ligações são feitas com muita frequência e, na maior parte das vezes, um assunto leva o outro e quando foi vê, já se passaram horas e é prevista a bronca dos pais;
- O futuro é falado e as pessoas que falam estão sempre juntas.

Aiai...essas etapas são muito divertidas e é legal quando acontecem na ordem. O mais gostoso mesmo é viver a etapa #4 com várias pessoas diferentes, com grupos diferentes. Lógico que cada etapa acaba tendo características um pouco diferentes para cada pessoa e grupo, mas concordamos que mesmo assim, elas têm o mesmo conceito.
O que eu mais gosto da última etapa é a liberdade que surge entre as pessoas envolvidas, é o vínculo forte que se cria e que faz todas as manhãs, saídas, encontros....serem muito gostosos.

Amizade para mim é algo extremamente precioso (momento piegas).
Então homenagearei esse post para todos aqueles que viveram as 3 primeiras etapas comigo e hoje compartilham a última, contribuindo para fazer o meu mundinho mais cor-de-rosa ainda.

;D


Fernanda S. B. Sales (Feliz)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pergunta inevitável

“- Por que é tão importante o Amor?
- É a vela do navio.
- Permite que eu insista: que é o Amor?
- Dar.
- Dar... Mas dar o quê?
- Dar. Desde um olhar até sua vida.”

Operação Cavalo de Troia (trecho)

Uma hora, isso acontece para todo mundo. Não tenho a menor dúvida.
A dica que dou é deixar acontecer, porque se você o fizer, será uma das melhores e mais intensas coisas que fará na vida.

Fernanda S. B. Sales

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Death and all his friends

Faz pouco que fui informada que uma das bandas mais queridas confirmou a data de show aqui no Brasil.
Estou falando de Chris Martin, Jon Buckland, Guy Berryman e Will Champion, membros da banda inglesa: COLDPLAY.




A alegria é tão grande que irei contagiá-los também.
O show será realizado no Estádio do Morumbi, dia 3 de março de 2010.
Os ingressos começarão a ser vendidos dia 7 de novembro (daqui um mês). E acreditem, esgotará antes do que vocês imaginam.

Essa banda genial começou em 1998, em Londres. De lá para cá, os integrantes permaneceram os mesmos, mostrando a estabilidade e vínculo entre eles. Seus albúns foram sendo aprimorados e grandes e espetaculares hits foram lançados. ''Yellow'', ''The scientist", ''Clock'', entre outras, são músicas que todos conhecem e é impossível não saber pelo menos uma partezinha da letra, ou pelo menos o rítmo, vai.

Eles atingiram um sucesso espetacular e foi extremamente merecido. A banda tem uma união muito forte e também se envolve em projetos sociais. Além disso, quem vai no show deles, não sai decepcionado. Eu fui e devo dizer que foi o show mais maravilhoso que já fui (inclusive, esse mesmo show virará um dvd dessa nova turnê, iei). É um espetáculo mesmo, sem exageros. A presença de palco deles é incomparável, principalmente a do vocal, Chris Martin. As músicas são de arrepiar e ouvir a platéia inteira cantando é de simplesmente tirar o folêgo. Não comento nem dos efeitos especiais, que tornaram a coisa mais mágica ainda, por incrível que pareça.

Coldplay é uma banda muito, muito criativa em seus shows e em seus albúns.
Essa nova turnê que eles começaram há um tempo pelo mundo, e vem para o Brasil em março, é do cd novo ''Viva la Vida or Death and all his friends''. É um cd que não está sendo vendido, mas há uma explicação para isso. Eles estão entregando (sim, distribuindo de GRAÇA) para a galera que vai no show. Pois é gente, eles não brincam em serviço.

Bom, como sempre, vou mostrar umas coisinhas para vocês visualizarem um pouco o que quero falar.
Aqui é o link do site oficial desses fofinhos (http://www.coldplay.com/recordings.php). Mandei o link com as músicas do cd novo, que fazem parte de uma parte do show (acreditem...eles vão MUITO além). Recomendo que vocês deem uma fuçada no site no geral, é muito bem estruturado, organizado e criativo (estou puxando muito o saco deles, não?).
Próximo passo agora é recomendar algumas músicas, certo?
Quero recomendar do novo cd a minha preferida ''Death and all his friends''
E recomendo também a que foi justamente a música de abertura do show que fui deles esse ano, imagino que é a que estão usando em todos os shows dessa turnê. Enfim, a música é simplesmente contagiante. Muito boa mesmo e o clipe, nossa, o clipe é que outra palavra posso usar??  fascinante, além de trazer muito, mas muito perto o espetáculo que é o show deles. Aiai. ''Live in Technicolor''.
http://www.youtube.com/watch?v=fXSovfzyx28&feature=fvst


O show será sem combra de dúvida um espetáculo, deslumbrante, inacreditável e inesquecível. Eu se fosse você não perdia essa chance.


E viva la vida! ;D
(não podia deixar de falar. haha)




Fernanda S. B. Sales

Estranha rotina sem sentido

É tão estranho. Tem tanta coisa acontecendo que parece ser impossível absorver ou entender até mesmo as coisas mais simples. O tempo, aquele com o poder da cura, da resposta, da sabedoria tornou-se o mais presente inimigo. Presente que não existe. O agora que nunca é, mas sempre foi e será. Não é o que se faz, não é o que se conquista. É o que foi perdido, o que está indo embora.
É tão normal. Nada está acontecendo que parece ser previsível dizer ou imaginar até mesmo as coisas mais surpreendentes. A rotina, aquela que é evitada, que é assustadora, tornou-se a mais intensa companheira. Intensidade que persiste. O poder que sempre aumenta, que toma conta e não deixa de ser. Não é o que se faz. Não é o que se conquista. É o que predomina, o que não tem controle.
É tão inexplicável. Têm tantas perguntas que parece não ter resposta. É o que é procurado, mas dá medo. Medo que faz acreditar que é preciso um sentido, não que o sem explicação é preciso apenas ser sentido.


Fernanda S. B. Sales

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Laços

Acho realmente interessante a forma como a vida funciona. Muitas coisas acontecem e a gente se vê obrigado a entendê-las, quando na verdade não é o entendimento que as faz terem sentido. De tantas coisas surpreendentes que nos deparamos enquanto vivemos cada dia, eu me refiro hoje às pessoas que cruzam nosso caminho. São tantas e de todos os tipos e intensidades. Parece que cada pessoa entra na sua vida por alguma razão, e não importa o tempo que elas permaneçam, haverá sempre aquelas que marcarão eternamente.
Acho que cada um terá tipos únicos e terá suas preferências. Talvez não devéssemos questionar tanto as coisas que acontecem, por mais natural que isso possa ser para o ser humano (o questionamento). Elas acontecem e têm uma razão para isso. Ponto. Uma hora, talvez, as coisas possam ter sentido, mas procurar por isso é andar em círculos.
Acredito que devemos viver cada dia, e não digo isso pela profundidade e, ao mesmo tempo, pelo vazio desse famoso clichê. Digo isso porque a vida está sempre nos guardando coisas e muitas delas virão quando menos esperamos. Não digo para ficarmos preparados. Mas digo para vivermos. Aproveitando cada pessoa, cada gesto, cada palavra não dita, cada olhar, cada momento.
Eu ouvi hoje que se a coisa tem que acontecer naquele momento, ela acontecerá. Se passar daquela hora, não será mais a mesma coisa. Então por isso, não deixe o momento passar. O tempo nem sempre está ao nosso favor.

Bom, mas para ilustrar um pouco o que quero dizer e para nos fazer pensar também sobre coisas da vida, mostro agora um vídeo espetacular, feito em 2007 e que foi o único curta brasileiro no concurso Project Direct. O curta foi orgazinado pelo YouTube e ganhou o prêmio com louvor.
Vale a pena assistir e se emocionar com as reflexões que são lançadas para nós.


Fernanda S. B. Sales