Eita coisinha difícil (se não impossível) de medir.
Primeiramente, já nem podemos tocá-lo. É aquela coisa que existe e a gente tem que aceitar. Ponto.
Tudo bem que muita coisa acontece que simboliza a existência desse karma. Como o cabelo branco surgindo, o sono indo e vindo, o (des)gostar de alguém...
Ok. Com isso acertado, partimos para o próximo ponto.
Ponto número dois, ou segundamente - criando uma palavra se for para seguir a regra - como saber exatamente se o tempo que você ''tem'' é o certo, o universal?
Bom, primeiro que os relógios são a maior bagunça, não é mesmo? E isso é muito bem sentido no final daquela aula chata, que no seu relógio já deu o tempo, mas no do professor ainda faltam aqueles tais 10 minutinhos.
Ok.
E quando saber se o tempo que te ''deram'' é o suficiente?
Vixi...
mas daí não dá para saber.
Por quê?
Bom, voltamos ao início...
é difícil medir o tempo.
E tudo é muito relativo.
O que é suficiente para mim pode não ser suficiente para você, e vice-versa.
Falei algo novo?
Não. Tenho certeza que não.
Então cheguei exatamente onde queria chegar: pare de tentar colocar regras e ditados em tudo que acontece. A vida não é medida de nenhum jeito simétrico. Pelo contrário. Os altos e baixos estão aí para quebrar esse tabú, essa coisa de que tudo vai ter uma regra.
Regra dos 5 segundos;
Crise dos 6 meses;
Crise da meia idade;
...
Te desiludi?
Fique tranquilo, espera 2 minutos que isso passa.
Ok. Tudo isso foi pura enrolação só para você entrar no clima ideal para o que eu quero mesmo mostrar. =]
Se você resistiu, foi fundo e leu até aqui, então gaste mais 3 minutinhos e dois segundos para ver como as coisas são muito relativas. Além de observar a genialidade do senhor Washington Olivetto.
Fernanda S. B. Sales
Eu nunca tinha visto esse filme, é ótimo! Sem palavras para a W/Brasil...
ResponderExcluir"Para a esperança, 7 novas manhãs"